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Mostrando postagens com o rótulo Nestor Kirjner

Estações da Cidade

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" Meu nome é Cores! Sobrenome: Espaço! "  Assim começa o belo ensaio cinematográfico sobre o texto Estações da Cidade , belíssimo exercício poético de Nestor Kirjner sobre as estações climáticas de Brasília. O filme Estações da Cidade participou da Mostra de Brasília Digital do 43º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (novembro 2010). Gostei tanto do filme que criei uma seção especialmente para ele: Te Amo, Brasília! (Vejam à direita no blog.) Transcrevo, com prazer, o e-mail de Nestor Kirjner que apresenta a obra: "Caros amigos e amigas, Amantes da Cultura, É com grande satisfação que encaminho a vocês o belo trabalho cinematográfico feito por nosso amigo cineasta (e violinista) Jorge Martins Rodrigues, que, em meu entendimento, soube valorizar e dar vida e conteúdo a um texto que me solicitou, a partir do criativo filme sobre Brasília por ele realizado, chamado "Estações da Cidade". Minhas palavras procuraram destacar o grande conteúdo...

Aos Amantes da Cultura

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Nestor Kirjner Caros amigos e amigas, Amantes da Cultura, Quero fazer um convite especial a todos vocês, Amantes da Cultura. Em sua terceira montagem teatral, a Cia. de Teatro Bazáridas ousa novamente, e apresenta-nos um texto de Shakespeare, que é sempre uma prova de fogo para qualquer grupo de teatro que se preze. Depois do sucesso da montagem anterior (uma adaptação de "Dom Quixote", de Cervantes), agora a Bazáridas nos traz uma adaptação de uma das mais polêmicas peças do bardo genial, "O Mercador de Veneza". Todo mundo sabe o quanto é penoso fazer teatro no Brasil. Por isso, é sem nenhum constrangimento que peço a todos os Amantes da Cultura que prestigiem essa montagem e divulguem-na entre seus amigos motivados pela arte ou pela admiração ao teatro. Com certeza, não convidaremos dona Bárbara Heliodora para enxergar defeitos e cair de pau nos detalhes da montagem. Mas convidaremos você a avaliar e talvez valorizar esse esforço de um grupo de jovens vi...

Prefácio ao Guardião da Manhã

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Nestor Kirjner A artista ousa! Cercada de literatos, respeitada por seu talento, ela poderia qualificar sua obra recorrendo a um nome de peso da literatura brasiliense. Mas Luci Afonso acredita em seus signos, e o convite para este Prefácio chega surpreendentemente ao Velho Menestrel, com a constatação de que há música, e muita música, nas crônicas com que Luci enfeita nosso cotidiano. Não escolher um escritor consagrado, mas um poeta musical desconhecido! A ousadia de Luci me faz personagem de uma confissão. Ela confessa que seus poemas são temas musicais que, como diria Paulinho da Viola, só não têm melodia, pra não perder o valor. E a leitura das crônicas confirma essa suspeita! A música da vida permeia as palavras da escritora, a poesia caracteriza a prosa cotidiana, Luci compõe musicalmente belos textos e, convidando-me ao prefácio, me faz parceiro de sua arte! Infelizmente, não sei “cantar” suas deliciosas crônicas plenas de leveza, e permaneço estático, apenas um humilde e ávido...

Encontro Inevitável

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(Letra e música de Nestor Kirjner) Este país já não vive sem ti. Esta nação já é o teu coração. Quantos brasis tua mão inventou! Quantos brasis concebeu! Tu vieste, eu sei, do Japão, e aqui teu filho nasceu. Tu vieste, eu sei, do Japão, e aqui teu filho nasceu. Esta mulher de beleza sem par, olhos puxados, é brisa do mar. Invenção de Deus, faz sonhar! Invenção do Amor, vou-te amar. Ô ô! O encontro inevitável do amor! O encontro inevitável do amor! O encontro inevitável! A paz! Japão! Brasil! Miscigenação! (Refrão) ( nestorkirjner@terra.com.br )

A retrospectiva do velho menestrel

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Nestor Kirjner Andei um bocado por Brasília no ano de 2007, fazendo o que gosto e trabalhando pela cultura da cidade. Não vi tudo, participei apenas daquilo a que pude assistir. Mas, modestamente, destaco algumas coisas que vi e ouvi com emoção e prazer, nesse triste ano político de nossa existência. E ELES CONTINUAM POR AÍ: No ano em que Renan, Mônica Veloso, George Bush e Hugo Chávez reinaram absolutos nas manchetes brasileiras, fica difícil falar em esperança. Meu xará argentino também deu uma força ao caudilhismo emergente na América Latina, promovendo a segunda ressurreição de Evita, desta vez com o nome de Cristina Kirchner. A “prima” é minha, mas vai sobrar pra todos nós! E o Evo boliviano? Que que é isso, Sílvio Luiz? Mas deixa pra lá! Coluna cultural não deve falar de política. Talvez seja melhor esquecer os perigos de 2008 e dar um passeio pela música do Planalto Central em 2007. Vamos lembrar o que houve de bom por aqui. Alô, Joaquim Barbosa! Vê lá, Mermão! Não vá decepciona...