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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

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De: Deborah Cristina Godoy da Fonseca
Enviada: sex 18/1/2013 18:15
Para: Luci Afonso de Oliveira
Assunto: livro
Oi Luci, Queria que você soubesse que estou adorando ler o seu livro. Seus textos estão cheios de sabedoria, sensibilidade e amplitude de voo. Tenha um super fim de semana feliz! Quando puder, venha me visitar, viu? Bjim Déborah Godoy


De: <mariaceliamorici@gmail.com> Para: <luci.afonso@terra.com.br>; Data: hoje 5:22
Luci querida, veja o que a minha cunhada comentou sobre seu livro: “Menina, agora consegui ler! Mas ela é ótima mesmo: humor, graça, espírito, desfecho. E o livro ficou lindo, as ilustrações estão espetaculares, bem de acordo com o texto, um clima de sonho. Adorei! Obrigada de novo! Bjos Vera”

Senhora dos Gatos em Araxá, uai, sô!

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Segundo o poeta Nicolas Behr, "A infância/é a camada/fértil da vida". A minha infância foi vivida na pequena Araxá, Minas Gerais, onde cada esquina evoca uma lembrança guardada fundo e onde eu sonho um dia virar nome de rua (Onde você mora? Na Rua Luci Afonso, nº 57). Por isso, é com muita alegria que vejo meu livro sendo vendido em duas livrarias da cidade. Neste exato momento, uma menina de cabelo comprido e olhos arregalados, que acabou de aprender a ler, espia a vitrine e tenta decifrar o título sob o papel celofane, sem saber que é a protagonista da hístória.   
Endereços: EMPÓRIO DO LIVRO
                   Rua Mariana de Ávila, 365 - Centro
                   Tel.: (34) 3664-7151

                    MEC Livraria
                   Rua Capitão José Porfírio, 84 - Centro
                   Tel.: (34) 3662-5425

Prefácio à Senhora dos Gatos

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Alexandra Rodrigues
Quando se adentra “Senhora dos Gatos” pela porta do título, tem-se a impressão de ser apresentado a uma fascinante dama felina que logo arranhará sua alma com as unhas da escrita. A leitura deste livro poderá sim riscar o móvel mais polido de suas interioridades. Mas não se iluda o leitor: “Senhora dos Gatos” irá também roçar silenciosamente a pele da sua sensibilidade, com o pelo farto da palavra. Em qualquer das situações, ela circulará pela sua casa e demarcará os espaços, com a independência que é peculiar aos felinos. Mas também como companheira fiel, em seu território preferido de observação: sensível aos humores do dia, caçadora de nuances inusitadas, leal companheira que mia e ronrona ao seu ouvido as ironias do destino de personagens peculiares do seu cotidiano. Ao receber “Senhora dos Gatos” experimentei a familiar sensação de estar diante de uma trilogia que se iniciou com “Velhota, eu?”, se prolongou em “O Guardião da Manhã” e agora nos brinda com viagens…