sábado, 27 de outubro de 2012

Vi e Amei


 
Intocáveis, a produção francesa de maior sucesso de todos os tempos, é baseada no livro O segundo suspiro, de Philippe Pozzo di Borgo. O ator Omar Sy ganhou o César, premiação mais importante do cinema francês. O filme recebeu ainda outras oito indicações ao prêmio. Riso e lágrima se alternam nesta comovente estória, em que a vontade e a alegria de viver superam a tragédia de um homem que se torna tetraplégico após um acidente.

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E por falar em foto...

 
Reunião da equipe de criação do meu livro Senhora dos Gatos: Lelo e Márcia Bandeira, ilustradores, e Ana Patrícia Meschick, responsável pelo projeto gráfico.
Lançamento previsto para início de dezembro. 

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Fotos do 21º Canto das Letras


Antes... Esta blogueira com a cantora Lidi Satier e a produtora e coapresentadora Isolda Marinho, cuja dedicação e profissionalismo garantem o sucesso do Canto das Letras.



Lidi repassa o som com o violonista Dennes Sousa, enquanto Isolda faz os últimos contatos.



Depois... A simpaticíssima escritora Rose Rocha.



Os escritores Roberto Klotz e Angela Delgado trocam livros.




Minha amiga contista Liana Ferreira.



O carismático ator Jones de Abreu, que comanda a apresentação do programa.





Lidi distribui autógrafos aos estudantes que compareceram ao evento.



Dennes Sousa, violonista.



Diego, aluno do Centrão nº 4, do Guará, deu um show de hip-hop.
 
 


O  primeiro CD da cantora, "Teia", será lançado hoje, às 21 h, no Clube do Choro de Brasília.
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Mostra Cultural Mês do Servidor do Poder Legislativo












4 a 25 de outubro de 2012
Espaço do Servidor - Hall da Taquigrafia
Realização: Centro Cultural da Câmara dos Deputados
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sábado, 20 de outubro de 2012

Canto das Letras







O Canto das Letras, promovido pelo Centro Cultural da Câmara dos Deputados, com o apoio da TV Câmara e do Sindilegis, é um programa que contempla artistas de Brasília, aliando música e literatura. Em formato de talk-show, o ator Jones Abreu recorre a um bate-papo informal, no qual a plateia pode participar. Ele faz a leitura dramatizada de textos dos escritores e conversa sobre carreira e processo de criação, entremeando com as composições do músico. Na edição de outubro, o evento contará com a presença da escritora Rose Rocha, do escritor Roberto Klotz, além da cantora e compositora Lidi Satier.

 

Lidi Satier começou desde muito cedo os estudos de música. Engajada no canto desde 1994,  morou na Holanda, onde se aperfeiçoou como cantora. Formou-se em Comunicação Social, mas desistiu da vida acadêmica e passou a dedicar-se exclusivamente à música. Atualmente, mora em Hong Kong, onde atua como divulgadora da música brasileira. No momento, está em Brasília para lançar seu primeiro CD com o título Teia, produzido pelo baixista e arranjador Hamilton Pinheiro. O disco tem 11 canções, sendo 7 autorais. A canção Em Algum Lugar conta com a participação especial do vocalista e guitarrista Cláudio Venturini, da lendária banda mineira 14 Bis. Com repertório luxuoso e de qualidade, por onde passa, Lidi deixa a marca registrada de uma interpretação cheia de nuances e repertório diverso, que contempla todos os estilos. Uma cantora do mundo: de Minas, de Hong Kong, de onde o povo estiver. No Canto das Letras será acompanhada pelo violonista Dennes Souza.


 

O paulista Roberto Klotz é escritor e engenheiro civil aposentado. Em Brasília desde 1972, começou a escrever em 2003, quando um longo texto de sua autoria sobre cigarro foi apreciado pelo Dr. Dráuzio Varella. Passou a frequentar o Núcleo de Literatura do Centro Cultural da Câmara dos Deputados, onde diz ter lapidado as letras. É conselheiro de literatura no Conselho de Cultura da Secretaria de Cultura do DF. Autor dos livros Pepino e Farofa, Quase Pisei! e Cara de Crachá, Klotz fantasia loucuras verossímeis para os personagens que cria. Quando escreve, revela emoções. Surpreende com finais inesperados e gosta de provocar os sentimentos do leitor. Seu texto bem humorado já lhe rendeu 21 prêmios em concursos literários.


Rose Rocha é goiana e escreve em prosa e poesia desde a adolescência. Seu primeiro romance, Macacos não me Mordem, foi lançado na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2008, e divulgado em 2011, na Antologia Le Grand Show des Ecrivaines Bresiliennes – Editora Yvelinedion/Paris-França,  em parceria com a Rebra – Rede de Escritoras Brasileiras. O lançamento aconteceu no estande da editora no Salon du Livre de Paris . Em 2011, foi publicada na antologia O Indiscutível Talento das Escritoras Brasileiras, pela Editora Scortecci, São Paulo e, em 2012, foi incluída no Dicionário dos Escritores de Brasilia, de Napoleão Valadares. Graduada em Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia Clínico-Institucional, Rose é professora do Instituto Legislativo Brasileiro, do Senado Federal.

SERVIÇO
Data: 25 de outubro
Hora: 19 horas
Local : Auditório da TV Câmara – Câmara dos Deputados, edifício principal
Entrada Franca
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Lançamento do livro de Cinthia Kriemler

 



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52º SARAU DA CÂMARA DOS DEPUTADOS – 110 ANOS DE DRUMMOND



Na próxima segunda-feira, dia 8 de outubro, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional, o Espaço Cultural realizará, às 20h, em homenagem ao Dia do Servidor, a 52ª edição do já famoso Sarau da Câmara. Desta vez, o tema são os 110 anos de Carlos Drummond de Andrade, o funcionário público que é chamado de Poeta Maior do Brasil.
Nessa noite memorável, com a participação do Coral Alegria, de Nestor Kirjner e do cantor Rogério Midlej e seus instrumentistas, os melhores textos de Drummond serão representados pelos escritores do Núcleo de Literatura, com destaque para Cinthia Kriemler, Alexandra Rodrigues, Roberto Klotz, Nena Medeiros, Francine Figueiredo, Liana Ferreira, Chica Picanço, Jairo Brod, Isolda Marinho, Christian Von Jakitsch e Marco Antunes, dentre outros. Também serão montadas cenas com as obras de Aleijadinho.
Ao fim, o lançamento do livro de Emanuel Mazza, “Zé Quati e a Floresta Encantada”, e nosso tradicional coquetel no foyer do Teatro, com degustação de inspiração mineira.
 A entrada é franca, mas é preciso reservar lugar pelo e-mail literaturadecamara@uol.com.br,  com o nome completo de todos os convidados. Apresente carteira na entrada e tenha seu nome na lista. 
Mais informações pelo e-mail acima ou pelo telefone 3215-8093, com Luana, Ana Cristina ou Virgínia. 

(Leia textos de Emanuel Mazza neste blog: http://www.luciafonso.blogspot.com.br/search/label/Emanuel%20Mazza )
 
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terça-feira, 2 de outubro de 2012

É possível sim




(Autor desconhecido)

Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

(Texto retirado da Internet.)
 
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© LUCI AFONSO| A Crônica Brasileira