quinta-feira, 13 de abril de 2017

Revista "Mais Universidade"



 E-mail da Profa. Livila Maciel, querida professora de Literatura
 
Destaque na Revista "Mais Universidade" da UCB
Livila Pereira Maciel Cornélio Rosa <livila@ucb.br> 
 
Querida Luci,
Saudações!
O Curso de Letras parabeniza-a pelo destaque na Revista Mais Universidade da Universidade Católica de Brasília. A reportagem não apenas destacou as habilidades e conquistas que você desenvolveu ao longo do Curso de Letras Português EAD, como também os prêmios que recebeu na área de Literatura.
Estamos orgulhosos e felizes por compartilhar esses momentos com você! Agradecemos a confiança em nós depositada.
Você poderá acessar a Revista pelo link:
Encaminharemos, também, alguns exemplares impressos, pelo correio.
Deixamos também os nossos sinceros agradecimentos a todos os professores do Curso de Letras, à Coordenação da UCB Virtual, pela contribuição que para a trajetória de Luci. Parabenizamos ainda a Universidade, em especial à Gerência de Relacionamento e Comunicação, pelo trabalho de reconhecimento e divulgação do percurso exitoso dos estudantes que "deixam suas marcas" aqui e no mundo.
Desejamos muito sucesso a você, cara Luci.
Cordialmente,
Profa. MSc. Lívila Pereira Maciel
Coordenadora do Curso de Letras
Coordenadora da Pós-Graduação Lato Sensu em Literatura Brasileira
Curso de Letras 
Escola de Educação, Tecnologia e Comunicação
livila@ucb.br


https://issuu.com/universidadecatolicadebrasilia/docs/revista_mais_universidade_a4407f6eb5f97e
 
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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Renasce uma velhota

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Vídeos de Patrícia Meschick

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sábado, 25 de março de 2017

Velhinhos de Papel






Luci Afonso

Na bela manhã de sábado, 18 de fevereiro, chego de táxi ao Lar dos Velhinhos Maria Madalena, próximo ao Núcleo Bandeirante.  O local é amplo e arborizado. As árvores são antigas, a grama está verde por causa das recentes chuvas. Há muitos bancos de cimento, pintados em cores diferentes e a curta distância um do outro, como se o caminhante precisasse descansar a cada dez passos. O ambiente é de paz e silêncio, como uma casa vazia no meio da tarde.

Não escrevo há quase seis meses. O computador pifou, o smartphone foi roubado. Perdi todos os arquivos criados ao longo de três décadas. O técnico que supostamente os recuperaria apagou, sem querer, todo o conteúdo do HD. Fiquei sem memória. Por sorte, antiquada que sou, costumo imprimir e guardar tudo. Esse hábito salvou minhas memórias em papel.

Minha presença hoje no Lar dos Velhinhos se deve ao convite do escritor e jornalista Arisson Tavares para uma breve entrevista ao seu Programa Escritor Solidário. Recebo o roteiro antecipadamente, com apenas três perguntas sobre meu livro Velhota, eu?

Uma velhota entre velhinhos — a associação parece evidente e me conduz ao devaneio. Talvez daqui a algum tempo sejamos vizinhos de quarto. Tenho diversas reivindicações: trazer minha gata persa, Hannah; meu pastor alemão, James; e minha coleção de livros autografados, que podem demandar a construção de um pequeno anexo. Não vejo qualquer problema: tenho recursos suficientes para essas e outras melhorias. É preciso alvará? O Administrador é meu amigo.

Também teremos de anular a absurda resolução da Vigilância Sanitária quanto à milimétrica divisão dos móveis nos aposentos de dormir, ficando a cama no centro, a 30 centímetros de cada lado da parede. A vida inteira dormi encostada na parede! Ela nos dá — a mim, a Hannah e a James — a sensação de aconchego e segurança. Querem matar a velhota?

Outra providência urgente será mudar a cor horrorosa dos jalecos dos funcionários — vinho meio roxo claro, que lembra imediatamente os serviços funerários. Quem escolheu essa cor, pelo amor de Deus? A Vigilância Sanitária?

Terminada a entrevista, volto à realidade e observo os velhinhos quietos e silenciosos, o passo miúdo como se levitassem, a cabeça baixa desencorajando a aproximação de estranhos. Apenas as velhinhas mais assanhadas ou mais carentes se dão ao nosso abraço.

Quem são essas figuras etéreas que vagueiam no pátio e nos jardins? Que lembranças e sonhos têm para contar? Certamente, infindáveis histórias entrelaçadas com o fio dourado da saudade e envoltas num papel de seda que se esgarça aos poucos sem ninguém notar.



Assista ao Programa Escritor Solidário:

 http://youtu.be/fvFg7Ohyz80

https://www.facebook.com/EscritorSolidario/videos/233942040402303/?autoplay_reason=all_page_organic_allowed&video_container_type=0&video_creator_product_type=2&app_id=2392950137&live_video_guests=0


Comentários no Facebook

Jussara Gabin    Quero comprar. Manda valor e número da conta que te mando o endereço. Adoro tuas crônicas. 25 de março às 11:04

Olivia Maria Maia Maia   Coisa linda, Luci Afonso. Você quando põe o coração nas pontas dos dedos pra escrever, faz com que o meu dê saltitos. Que final maravilhoso. Beijos, querida.
25 de março às 12:51

Vera Harada Harada   Mto bonito Luci, mta sensibilidade em detalhes. Adorei. Parabéns.
25 de março às 18:38

Ester Lima Adoreiiiii   Luci linda crônica, tb não gostaria dos jalecos roxos e mórbidos das funcionárias  7 de março às 00:20

Joana Assunção oi priminha que saudades ...... vc é demais minha escritora preferida. AMO vcs

29 de março às 20:15
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Então foi Natal






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domingo, 8 de janeiro de 2017

Quem disse que jovem não gosta de ler?

 
 
Foi uma enorme alegria ter meus livros lidos e meus personagens retratados pelos alunos da E.M. Profa. Auxiliadora Paiva, em Araxá, MG - 25 de novembro de 2016.
Os desenhos abaixo são alguns dos muitos produzidos pelos jovens leitores.
 
 
 
 






 








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© LUCI AFONSO| A Crônica Brasileira